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Sáb - A angústia familiar

13/03/2010 21:01

 

Mãe e avó sofrem com as constantes escapulidas de Adriano para a Vila Cruzeiro

 

Rio - Órfão de pai, Adriano sempre fez tudo para dar uma vida melhor à mãe, Dona Rosilda, e à avó Wanda. Mas, mesmo após tirá-las da Vila Cruzeiro e levando-as para perto dele, numa confortável casa na Barra da Tijuca, elas sentem falta do Didico — como chamam o Imperador desde criança. E ele não cansa de deixar apertado o coração das duas grandes mulheres de sua vida. Não foram raras as vezes em que a mãe organizou grupos de oração, sempre na esperança de que o filho aparecesse. Em boa parte das vezes, Adriano não foi porque estava sem condições.

Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia
Dona Wanda, avó do Imperador, reclama com amigos do craque da ausência dele | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Dona Wanda é quem mais reclama. Mas não com o próprio neto. E assim, são os amigos dele que têm de ouvir os sermões. “Ele não dá notícias. Deixa de estar em casa, confortável, para ficar lá dentro do Cruzeiro. Dá mais valor aos meninos de lá do que à própria mãe”, reclama ela no ombro amigo de um dos três ‘secretários’ do jogador.

Adriano anda com eles para cima e para baixo. Rafael, o primo, Macarrão e Wagner, a quem também chama de ‘primo’, com quem cresceu e foi criado na Penha. São eles que resolvem tudo na vida do Imperador. Da simples compra de um pão na esquina, do pagamento de contas bancárias, à liberação de quem chega na portaria do condomínio onde mora. Todos vivem se xingando e se tratam com expressões como ‘cachaceiro’ ou ‘pudim de álcool’, referência às costumeiras bebedeiras. Menos Adriano, chamado de ‘Presidente’.

Esta reverência, por vezes, deixou Adriano soberbo. Certa vez, ao sair de carro sem carteira de motorista, se apavorou ao ver uma blitz. Mas passou sem problemas e ironizou: “Minha carteira é a minha cara”.

Fonte>O Diaonline

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